Minicasa retrátil tem quarto ‘escondido’ e sanitário compostável

Minicasa retrátil conta com sistema mecânico de elevação do segundo andar, o que facilita seu transporte sobre rodas

“Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada.” O verso é de Vinícius de Moraes. Mas o que o poeta não previa é que as aparências podem enganar no caso de algumas moradias. Exemplo disso é a casa retrátil, em que o segundo andar fica escondido.

Para ser transportada sobre rodas, ela requer uma limitação na altura. Mas sua fabricante, a Tiny Houses NYC, de Nova York, deu um jeitinho de aumentar o espaço sem prejudicar a mobilidade.

O segredo da flexibilidade da minicasa retrátil Devasa está em um sistema de elevação composto por quatro macacos mecânicos do tipo parafuso. Eles são acionados por um motor alimentado por uma bateria de carro de 12 volts.

A minicasa retrátil “esconde” seu dormitório na hora de ser transportada. Crédito: Reprodução/Tiny Houses NYC

O segundo andar, então, só aparece quando suspenso pelo sistema. É nesse pavimento da casa que se localiza o seu dormitório, com duas camas.

No térreo, ficam os demais cômodos. São eles: sala de estar, cozinha e banheiro com sanitário compostável – que transforma os dejetos em um composto orgânico que não contamina o solo.

Quando o segundo andar está recolhido, a minicasa retrátil tem uma altura de 3,81 metros. Quando ele é elevado, a estrutura chega a 5,1 metros, no total. Sua área é de 285 m².

Alguém pode até achá-la engraçada, mas ela tem tudo aquilo de que uma casa precisa. E de uma maneira bem funcional.

O primeiro andar da minicasa retrátil tem sala, cozinha e banheiro. Crédito: Reprodução/Tiny Houses NYC

Entretanto, o preço da minicasa não é assim muito, digamos, retrátil. Ela custa US$ 125 mil, o equivalente a R$ 464,8 mil.

O banheiro tem sanitário compostável Crédito: Reprodução/Tiny Houses NYC

Com o segundo andar elevado, a altura da minicasa retrátil chega a 5,1 m. Crédito: Reprodução/Tiny Houses NYC

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.

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